Porque mais que um Direito,
Escolher é um Dever!
Sim ou Não!
Qualquer que seja a sua posição é importante que todos participem. Ninguém deve deixar que outros decidam por si e pela sua consciência. Uma elevada participação neste referendo é também um sinal de maturidade cívica e uma afirmação de cidadania.
No próximo dia 11 de Fevereiro de 2007, vai se realizar o referendo no âmbito da interrupção voluntária da gravidez (IVG).Que terá a seguinte pergunta:
«Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?»
Antes de mais nada, relembro, que a Legislação Portuguesa permite as interrupções da gravidez somente em casos de violação, malformações fetais, ou, para proteger a saúde física ou mental da mulher.
Este será o segundo referendo sobre o mesmo tema. Em 28 de Junho de 1998, realizou-se o primeiro, com a mesma pergunta, que teve os seguintes resultados: Votantes – 31,89%; Abstenção – 68,11%; Votos nulos – 0,57%; Votos brancos – 1,07%; Sim – 48,28%; Não – 50,07% (Dados da Comissão Nacional de Eleições).
Como votaram menos 50% de eleitores, o referendo não teve qualquer vinculação.
Como votaram menos 50% de eleitores, o referendo não teve qualquer vinculação.
A questão a referendo é difícil e problemática, é como um cobertor, se tapa de um lado e destapa do outro!
Na questão do aborto voluntário verifica-se a contraposição entre dois valores básicos e fundamentais: o direito da mãe à sua autonomia e o direito à vida do embrião.
Um “Sim” está pronto a destruir uma vida e um “Não” prepara para restringir uma liberdade pessoal fundamental. Este é o profundo dramatismo do dilema!Não há volta a dar-lhe é preciso escolher uma resposta, e ela, qualquer que seja, tem sempre implicações.
Na questão do aborto voluntário verifica-se a contraposição entre dois valores básicos e fundamentais: o direito da mãe à sua autonomia e o direito à vida do embrião.
Um “Sim” está pronto a destruir uma vida e um “Não” prepara para restringir uma liberdade pessoal fundamental. Este é o profundo dramatismo do dilema!Não há volta a dar-lhe é preciso escolher uma resposta, e ela, qualquer que seja, tem sempre implicações.










